Quem nunca brincou de fazer sombras na parede com as mãos?
O teatro de sombras é uma arte nascida na China,e que se espalhou no mundo inteiro.Este vídeo mostra uma apresentação feita por um grupo japonês chamado ``kakashi za´´.
Existem grupos em mais de 20 países,e cada país tem suas características,como por exemplo os bonecos usados (nem sempre é feito apenas com as mãos) e as músicas que acompanham a apresentação.
Além de apreciar a arte,também podemos brincar em casa com os amigos e com a família,pois pode ser uma brincadeira para todas as idades.
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quinta-feira, 23 de junho de 2011
O teatro de sombras
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
A realidade em um mundo diferente
| museu em Tóquio |
Nas obras podemos ver personagens que,ao mesmo tempo que mostram a realidadde e criticam,parecem ter saido de um mundo diferente.Os desenhos feitos por eles podem puxar quem os observa para um mundo de sonho,fantasia,mas ao mesmo tempo real.
Neste site podemos conhecer um pouco sobre os Gêmeos: http://www.verveweb.com.br/jornalismo/osgemeos_adrianapaiva.html.
Mas sobre as obras nao tenho muito o que falar,pois se observarmos,podemos descobrir coisas que vão além das palavras.
| Vertigem |
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
Um jeitinho pra viver
Esta música de Gilberto Gil mostra bem o que acontece no Brasil.Aliás,não apenas no Brasil,mas no mundo inteiro.
Aqui ele fala sobre o Nordeste.Porém na terceira estrofe podemos observar uma realidade que qualquer pessoa em qualquer parte do mundo pode passar.Todos precisam arranjar um jeitinho de viver,que de fácil não tem nada.
Também podemos observar a relação com a política.Muitos prometem,os anos passam e nada acontece.Aqui também,se esquecermos que a música se trata do Nordeste,percebemos que isso acontece em todo lugar,e nem sempre necessariamente com políticos.No fim de tudo,o que resta para as pessoas é apenas a fé,e a esperança de que o ruim há de acabar.
``Olha lá vai passando a procissão
Se arrastando que nem cobra pelo chão
As pessoas que nela vão passando
Acreditam nas coisas lá do céu
As mulheres cantando tiram versos
Os homens escutando tiram o chapéu
Eles vivem penando aqui na Terra
Esperando o que Jesus prometeu
E Jesus prometeu coisa melhor
Pra quem vive nesse mundo sem amor
Só depois de entregar o corpo ao chão
Só depois de morrer neste sertão
Eu também tô do lado de Jesus
Só que acho que Ele se esqueceu
De dizer que na terra a gente tem
De arranjar um jeitinho pra viver
Muita gente se arvora a ser Deus
E promete tanta coisa pro Sertão
Que vai dar um vestido pra Maria
E promete um roçado pro João
Entra ano,sai ano e nada vem
Meu Sertão continua ao Deus dará
Mas se existe Jesus no firmamento
Cá na Terra isso tem que se acabar´´
Aqui ele fala sobre o Nordeste.Porém na terceira estrofe podemos observar uma realidade que qualquer pessoa em qualquer parte do mundo pode passar.Todos precisam arranjar um jeitinho de viver,que de fácil não tem nada.
Também podemos observar a relação com a política.Muitos prometem,os anos passam e nada acontece.Aqui também,se esquecermos que a música se trata do Nordeste,percebemos que isso acontece em todo lugar,e nem sempre necessariamente com políticos.No fim de tudo,o que resta para as pessoas é apenas a fé,e a esperança de que o ruim há de acabar.
``Olha lá vai passando a procissão
Se arrastando que nem cobra pelo chão
As pessoas que nela vão passando
Acreditam nas coisas lá do céu
As mulheres cantando tiram versos
Os homens escutando tiram o chapéu
Eles vivem penando aqui na Terra
Esperando o que Jesus prometeu
E Jesus prometeu coisa melhor
Pra quem vive nesse mundo sem amor
Só depois de entregar o corpo ao chão
Só depois de morrer neste sertão
Eu também tô do lado de Jesus
Só que acho que Ele se esqueceu
De dizer que na terra a gente tem
De arranjar um jeitinho pra viver
Muita gente se arvora a ser Deus
E promete tanta coisa pro Sertão
Que vai dar um vestido pra Maria
E promete um roçado pro João
Entra ano,sai ano e nada vem
Meu Sertão continua ao Deus dará
Mas se existe Jesus no firmamento
Cá na Terra isso tem que se acabar´´
sexta-feira, 13 de maio de 2011
A fotografia é uma arte?
Ela é uma forma de expressão e produção artística de uma pessoa.
Isso é o que pensava Ken Domon,um fotógrafo japones.Ele fotografou a realidade da sociedade,pessoas e a cultura japonesa,como por exemplo os templos budistas.Na época,foi criticado pelo seu realismo.Foi logo após a segunda guerra mundial,e essas criticas se deram principalmente por fotografar o lado obscuro da sociedade pós-guerra.
Acho bonito o gosto de Domon pela foto e o jeito de senti-la como uma arte.Sentia assim pois dizia que, a câmera é apenas um instrumento,mas a foto é o pensamento da pessoa.Portanto,não é apenas um mecanismo.
Realmente penso que nao é para qualquer pessoa defender seu pensamento,mesmo sob críticas.
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quarta-feira, 27 de abril de 2011
Cordel: uma demonstração da cultura do povo nordestino
A literatura de cordel, uma espécie de poesia popular, foi trazida ao Brasil pelos portugueses no século XVIII. Graças a mídia ela é conhecida no Brasil inteiro, porém mais popular no Nordeste,onde teve a sua orígem no país.
Um exemplo de artista é Cego Aderaldo. Ele foi famoso tanto na escrita como no repente (uma cantoria em duelo que tem os versos rimados feitos de improviso,em qualquer tema). Uma obra famosa é a Peleja de Cego Aderaldo e Zé Pretinho. Estes são dois de seus versos:
P- Cego,eu estou apertado,
Que só um pinto no ovo!
Estás cantando aprumado
Satisfazendo este povo
Mas esse tema de paca,
Por favor diga de novo.
C- Disse uma vez,digo dez
No cantar não tenho pompa!
Presentemente não acho
Quem o meu mapa aqui rompa
Paca cara pagará,
Quem a paca cara compra!
Nesses versos,como no decorrer da cantoria, é puxado um tema. Nesse caso, o Cego usou a palavra paca para fazer seus versos, e toda vez que o seu adversário tentava fazer a rima, não conseguia, e pedia para o Cego repetir. Este por sua vez, o fazia de forma invertida.
Dessa maneira, os cordeis podem possuir também uma característica humorística. Porém sempre demonstram muito conhecimento cutural e reflexo por parte dos cantadores.
Existem outros temas que talvez sejam mais interessantes para quem não curte o de cima. Falam por exemplo da era da tecnologia, histórias encantadas e etc. Pode ser uma boa opção para as leituras em lazer e reflexão.
Um exemplo de artista é Cego Aderaldo. Ele foi famoso tanto na escrita como no repente (uma cantoria em duelo que tem os versos rimados feitos de improviso,em qualquer tema). Uma obra famosa é a Peleja de Cego Aderaldo e Zé Pretinho. Estes são dois de seus versos:
P- Cego,eu estou apertado,
Que só um pinto no ovo!
Estás cantando aprumado
Satisfazendo este povo
Mas esse tema de paca,
Por favor diga de novo.
C- Disse uma vez,digo dez
No cantar não tenho pompa!
Presentemente não acho
Quem o meu mapa aqui rompa
Paca cara pagará,
Quem a paca cara compra!
Nesses versos,como no decorrer da cantoria, é puxado um tema. Nesse caso, o Cego usou a palavra paca para fazer seus versos, e toda vez que o seu adversário tentava fazer a rima, não conseguia, e pedia para o Cego repetir. Este por sua vez, o fazia de forma invertida.
Dessa maneira, os cordeis podem possuir também uma característica humorística. Porém sempre demonstram muito conhecimento cutural e reflexo por parte dos cantadores.
Existem outros temas que talvez sejam mais interessantes para quem não curte o de cima. Falam por exemplo da era da tecnologia, histórias encantadas e etc. Pode ser uma boa opção para as leituras em lazer e reflexão.
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quarta-feira, 13 de abril de 2011
Um pouco sobre a arte digital
Esta arte é dividida em várias categorias: desenho digital, modelagem 3D, holografias, edição de foto, pintura digital, entre muitas outras. Muitas vezes não são consideradas como arte por serem feitas com o uso do computador, mas na realidade está se tornando cada vez mais comum e profissional tanto no mundo como no Brasil.Creio que realmente deve ser assim,pois a arte se sente, independente do material e do modo para ser realizada. A tecnologia digital já é usada por exemplo no cinema e na música,e não deve ser diferente em outras artes. Aliás assim como o cinema é chamado de 7ª arte, a digital é a 11ª. Ela teve início em uma exposição chamada Cybernetic serendipity em Londres, no ano de 1968. No Brasil surgiu na década de 70.
Alguns artistas internacionais que se destacam nesta arte são Adolfo Correa e Pablo Alfieri,e no Brasil, Julio Plaza, Hans Donner e Eduardo Kac. Vale lembrar que há vários outros artistas talentosos e que vimos suas artes no dia-a-dia,porém não tão conhecidos. Este site mostra alguns artistas na América Latina e suas obras:
http://psd.tutsplus.com/articles/inspiration/100-artworks-from-the-top-20-digital-artists-in-south-america/
Exposição para apreciar esta arte é o que não falta, desde empresa a mostra individual. Vale a pena conferir e sentir o mistério, a beleza e o encantamento dela com os amigos, sozinho, ou mesmo com a família.
| dementia.pt |
| arte em CG(designwalker.com) |
terça-feira, 29 de março de 2011
Co-produções entre Brasil e outros países
Em abril estréia nos cinemas o filme de co-produção EUA/Brasil: "Rio", dirigido por Carlos Saldanha (A era do gelo). O filme, conta a história de Blu, uma arara azul que resolve ir dos Estados Unidos para o Rio de janeiro, após descobrir outra de sua espécie. Juntos irão aprender sobre amizade, amor, coragem e a vida.
Existem várias co-produções entre o Brasil e outros países. Mas ao contrário do que muitos pensam, nem todos que têm o Brasil como cenário mostram a violência ou a pobreza.
Temos como exemplos os filmes Orfeu Negro (1959), que conta uma bela, porém trágica, história de amor entre Orfeu e Eurídice, e conta como cenário o carnaval carioca, e Ensaio sobre a Cegueira (2008), filme baseado no famoso livro de Saramago, este dirigido pelo diretor brasileiro Fernando Meirelles.
“Essa relação me abriu portas e hoje é cada vez mais fácil eu financiar projetos contando com dinheiro e participação criativa de fora”, conta Meirelles.
No Brasil, essas co-produções surgem como uma oportunidade de dividir custos, ampliar fronteiras de distribuição, produção de um roteiro bem-feito (o que é de extrema importância para um bom filme) e espalhar histórias, e isso é muito importante pois assim é possível fazer filmes de grande qualidade e quebrar o estigma da sociedade de que todo filme brasileiro é ruim.
Existem várias co-produções entre o Brasil e outros países. Mas ao contrário do que muitos pensam, nem todos que têm o Brasil como cenário mostram a violência ou a pobreza.
Temos como exemplos os filmes Orfeu Negro (1959), que conta uma bela, porém trágica, história de amor entre Orfeu e Eurídice, e conta como cenário o carnaval carioca, e Ensaio sobre a Cegueira (2008), filme baseado no famoso livro de Saramago, este dirigido pelo diretor brasileiro Fernando Meirelles.
“Essa relação me abriu portas e hoje é cada vez mais fácil eu financiar projetos contando com dinheiro e participação criativa de fora”, conta Meirelles.
No Brasil, essas co-produções surgem como uma oportunidade de dividir custos, ampliar fronteiras de distribuição, produção de um roteiro bem-feito (o que é de extrema importância para um bom filme) e espalhar histórias, e isso é muito importante pois assim é possível fazer filmes de grande qualidade e quebrar o estigma da sociedade de que todo filme brasileiro é ruim.
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